22
Feb
AD&D- Lá e de volta outra vez
por Purple Viking -
2
es de D&D.15
Feb
Fugindo do clichê
por Purple Viking -
1
As vezes nosso lindo sonho de jogadores com tempo livre e energia para gastar a vontade não se concretiza.
Na cidade grande a movimentação é demorada, o trabalho é custoso e a energia está em falta, então juntar cinco pessoas por quatro horas é no mínimo improvável.
Quando percebemos essa realidade começamos a nos conformar com menos, começamos a diminuir o número de horas, de jogadores, de sessões que jogamos, de frequência das sessões e assim por diante.
10
Sep
Review – Tormenta RPG
por Blue Pirate - tormenta
3
Olá bucaneiros, a muito não nos vemos eu sei. Andei deveras atarefado nos últimos meses. Prisões reais são assim, demoram tanto para capturar um pirata decente que recebi tratamento VIP dos carcereiros do governador. Algemas nas mãos e pés com correntes presas em paredes, rondas periódicas, imundice, trancas e barras reforçadas, maus tratos e total falta de respeito. Não se preocupem, nada que alguém como eu não pudesse dar conta. Enquanto aproveitava minha estadia as custas da coroa aproveitei para obter informações que mais tarde me levaram a adquirir um certo ítem muito interessante…
Foi lançado pela Editora Jambô o novo módulo básico de Tormenta com uma nova versão própria das regras d20, utilizando a OGL, para o cenário nacional que é considerado o mais proeminente no gênero da fantasia medieval. Seguindo a estratégias de outras editoras estrangeiras o novo módulo se utiliza da licença d20 buscando modernização e certa independência da sua vinculação com os parâmetros lançados pela quarta edição de Dungeons & Dragons.
leia mais…
25
Aug
Como preparar uma cena
por Purple Viking -
0
Bom, ja que falamos de como preparar uma aventura, vamos nos focar em seu componente mais importante: a cena.
Como preparar uma cena? O que vai em uma cena? Quanto tempo dura uma cena? D&D tem cena ou é só storyteller?
08
Aug
Matemática do ataque em D&D
por Purple Viking -
3
Depois do post de sistemas desequilibrados decidi finalmente escrever meu post “excel” sobre ataques… sempre fica em dúvida se compensa trocar uma arma por outra, se é melhor um machado x3 ou uma espada 19-20 x2?
Vou explicar como descobrir estatísticamente qual a eficiência de cada, e depois você faz a escolha.
Sempre acho melhor escolher feats e armasde acordo com a ambientação e o sentido que faz para o personagem, sentido é melhor que número, mas em alguns momentos não faz muita diferença e mesmo assim você esta precisando maximizar seu dano, então…
(putz só to escrevendo posts de D&D ultimamente, sorry guys… é o hábito)
03
Aug
Sistemas desequilibrados…
por Purple Viking -
0
Ja falamos várias vezes de sistemas, de como entender os números, as transposições de regra pra cenário e de como desenvolver uma ambientação.
Mas hoje vamos falar de sistemas já desenvolvidos que aparentam ser desequilibrados e como eles podem ser entendidos em relação à interação com a ambientação.
Bem, isso ta meio estranho de entender, vamos tentar ser mais claros… Em Iron Kingdoms, sistema da Privateer Press traduzido e lançado aqui pela Jambo, temos uma ambientação meio steampunk meio mechwarrior, como eles mesmo chamam “Full Metal Fantasy” algo como fantasia de metal total. Nesse sistema temos pistolas de diferentes tamanhos e funcionamentos e mais de cinco tipos de rifles…. e todos altamente desequilibrados. Mas de alguma forma eles fazem sentido. Quer saber por que? Continue lendo…
Não me considero um mestre excepcional, na verdade eu conheço vários mestres muito bons e estou sempre aprendendo com eles. Mas ocasionalmente eu mestro algumas aventuras e os jogadores em geral apreciam e gostam de relembrar das minhas aventuras, e por isso acho que eu devo estar fazendo alguma coisa direito.
Acho que para mestrar bem é preciso talento, estudo, refinamento em várias artes interpretativas e… preparo.
Em geral vejo vários mestres bons com muita dificuldade de preparar uma aventura em um tempo decente e muitas vezes acabam se encontrando despreparados para alguma cena ou algum combate inesperado, ou mesmo sem saber direito quais são as intenções de algum pdm em alguma cena importante.
Por isso, nesses anos, acabava dando algumas dicas de preparação para mestres que considero bons e eles depois me agradeciam e diziam que tinham melhorado em tempo e qualidade de conteúdo. Por causa disso pensei em publicar aqui, tanto para que eles possam ler de novo e talvez vocês também possam aproveitar.
22
Jul
Uma nota sobre a caracterização
por Purple Viking -
1
Rpg é um jogo, como vocês ja estão carecas de saber, e também uma forma de contar histórias. Na verdade, muitas vezes quando iniciamos jogadores novos em geral damo
s esse tipo de explicação “É uma forma de contar histórias onde todo mundo participa”, e depois que incluimos os detalhes, como o fato de que temos números e dados para tentar regulamentar o contato entre as partes. Em histórias bem contadas, seja em livro, palco, tela ou qualquer outro meio, nós buscamos um tipo de experiência, e quando não alcançamos essa experiência costumamos classificar a história como ruim. Obviamente existe muito para se falar do assunto, e nem de longe eu domino essas técnicas, mas acho que posso acrescentar alguma coisa relacionando esses principios com a forma como jogamos.
Procuramos uma história inteira, algo que possamos entender, nada que seja pelas metades, uma história que se desenvolva e que chegue em um final, que não nos deixe completamente à deriva. A arte de fazer uma boa narrativa, seja ela em livros filmes ou peças, se encontra não só na criatividade impressionante de cada artista, por mais que tendamos a acreditar que essa é a única caracteristica importante, a história precisa de uma formatação que seja adequada com a experiência humana.
Por exemplo: temos a impressão de que as pessoas são diferentes, que estamos constantemente em conflitos e que possamos superá-los se compreendermos um pouco mais o que acontece e se nos esforçarmos um pouco mais para superá-los. Essa então é a fórmula básica de cada boa história, Personagens identificáveis, drama e mudança.
Nesse primeiro artigo irei me focar na ideia de personagens identificáveis, por que são importantes e como alcança-los como mestre e como jogador.













